A Diagil começou no ano de 2002 com o propósito de dar ao consumidor paranaense uma opção diferenciada na venda e distribuição de lubrificantes e filtros. Desde então, buscamos o aprimoramento constante, tendo como alvo principal atender um mercado cada vez mais exigente em qualidade, agilidade e preços competitivos.

Hoje atendemos todo o estado do Paraná, comercializando e distribuindo grandes marcas apoiadas em uma estrutura de logística que permite atender o mercado com rapidez e segurança.

Contamos com uma variedade de itens suficientes para atender nossos clientes na integridade de suas necessidades. Lubrificantes automotivos, agrícolas, industriais, filtros e uma gama enorme de produtos das mais variadas marcas.

Uma equipe de vendas treinada e especializada complementa o padrão Diagil de atendimento podendo oferecer experiência, aliada a confiabilidade e respeito.

MISSÃO:
Suprir com agilidade e qualidade as necessidades em lubrificantes, filtros e agregados dos nossos parceiros. Para realizar esta tarefa, a Diagil tem como prioridade as seguintes orientações:
- Comercializar apenas produtos de qualidade;
- Colaboradores tecnicamente preparados;
- Estoque de segurança para no mínimo 2 meses;
- Entrega em 1 dia útil para Curitiba;
- Gama completo de produtos;
- Preço justo
VISÃO:
Ser reconhecida como a melhor opção em produtos e serviços que demandem lubrificantes, filtros e agregados no estado do Paraná.
VALORES:
Acolher sempre colaboradores prestativos e honestos que mantenham o bom relacionamento com companheiros e parceiros. Priorizar clientes que simpatizem com nossos valores e qualidades, fomentando assim uma parceria perene e agradável para ambos.
 

 












 


Para saber qual é o lubrificante correto para seu veículo, consulte o "Manual do Proprietário" na parte de manutenção quanto à viscosidade (SAE) e ao desempenho (API) ou então verifique nas tabelas de recomendação disponíveis nos postos de serviço.

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.

Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível.

Não. A boa lubrificação é aquela em que o óleo lubrifica até o anel do pistão mais próximo da câmara de combustão onde esse óleo é parcialmente queimado, sendo consumido. É normal um consumo de meio litro de óleo a cada mil quilômetros rodados com carros de passeio, mas cada fabricante de motor especifica um consumo normal para seu motor, de acordo com o projeto. É bom ressaltar que carro novo consome óleo.

É comum se ter esta opinião, no entanto ela não é correta. Os óleos lubrificantes são formulados misturando-se básicos e aditivos e a sua cor final dependerá da cor do básico e do aditivo que forem empregados na sua formulação. Além disso, a cor não tem nenhuma influência no desempenho do óleo.

Este é outro conceito errado. O óleo mais claro pode ser mais viscoso (grosso) do que um óleo escuro e vice-versa.

Para realizar a função de manter o motor limpo, o óleo deve manter em suspensão as impurezas que não ficam retidas no filtro de óleo, para que elas não se depositem no motor. Desta forma, o óleo fica escuro e o motor fica limpo.

Quando atingir o período de troca recomendado pelo fabricante do veículo e que consta do "Manual do Proprietário". Os atuais fabricantes dos motores vêm recomendando períodos de troca cada vez maiores, dependendo do tipo de serviço e da manutenção do carro.

Sim, porque quando o óleo está quente, ele fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer.

É importante que se espere pelo menos 5 minutos após o motor ter sido desligado para se medir o nível do óleo. Isto porque neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume de óleo.

Embora os lubrificantes sintéticos possuam características de qualidade superiores, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca, caso se utilize óleos sintéticos ou minerais. Recomendamos seguir a indicação do Manual do Proprietário para intervalo de troca.

Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes/dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor. O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do "Manual do Proprietário". Normalmente, ela é feita a cada duas trocas de óleo. Porém, já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo.

Serviço severo
é típico para os carros que andam nos centros urbanos, com o anda e pára do tráfego e por pequenas distâncias, de até 6 km, ou em estradas poeirentas.

Serviço leve
é aquele em que os carros trafegam por percursos longos e velocidades quase constantes em rodovias pavimentadas, como no caso de viagens.

A validade do óleo lubrificante é indeterminada, desde que o produto seja armazenado de maneira correta, ou seja, lacrado em sua embalagem, em local seco e evitando exposição ao calor e à luz do sol.

Não é recomendado. Se o veículo usa óleo mineral por muito tempo e passa a usar óleo de base sintética ou sintético, a limpeza dos resíduos deixados pelo mineral será muito rápida e mesmo trocando o filtro em períodos reduzidos pode ser que não tenha vazão, e poderá ocorrer o entupimento da bomba de óleo e outras partes internas do motor, ocasionando problemas no mesmo.

Não há necessidade de adicionar aditivos complementares ao óleo. Os lubrificantes recomendados já possuem todos os aditivos necessários para atenderem perfeitamente ao nível de qualidade exigido.

Não se devem misturar de forma alguma óleos de diferentes marcas se estes forem sintéticos ou semi-sintéticos, mesmo atendendo os mesmos níveis de API e mesma viscosidade, pois poderá haver incompatibilidade entre aditivos, ocasionando até mesmo a neutralização de alguma função. No caso de óleos minerais com o mesmo nível de desempenho e mesmo grau de viscosidade, não há problema em misturá-los.

O lubrificante é composto por óleos básicos e aditivos. Sua função no motor é lubrificar, evitar o contato entre as superfícies metálicas e refrigerar, independentemente de ser mineral ou sintético. A diferença está no processo de obtenção dos óleos básicos. Os óleos minerais são obtidos da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de vários compostos. Os óleos sintéticos são obtidos por reação química, havendo assim maior controle em sua fabricação, permitindo a obtenção de vários tipos de cadeia molecular, com diferenças características físico-químicas e por isso são produtos mais puros. Os óleos semi-sintéticos ou de base sintética, empregam mistura em proporções variáveis de básicos minerais e sintéticos, buscando reunir as melhores propriedades de cada tipo, associando a otimização de custo, uma vez que as matérias-primas sintéticas possuem custo muito elevado.

Não é recomendado misturar óleos minerais com sintéticos, principalmente de empresas diferentes. Seus óleos básicos apresentam naturezas químicas diferentes e a mistura pode comprometer o desempenho de sua aditivação, podendo gerar depósitos. Além disso, não é economicamente vantajoso, já que o óleo sintético é muito mais caro que o mineral, e a mistura dos dois equivale praticamente ao óleo mineral, sendo, portanto, um desperdício. Uma dica interessante se refere à troca de óleo mineral por sintético. É importante trocar o filtro de óleo junto com a primeira carga de sintético e trocar esta carga no período normal de troca do veículo em função da sua utilização.











O Coleta Certa é um programa de logística reversa da DIAGIL LUBRIFICANTES em parceria com programa JOGUE LIMPO, e de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólido-Lei12. 305 de 2010,nossa preocupação com o meio ambiente vai além da conscientização, temos responsabilidade com o descarte correto das embalagens dos produtos que comercializamos, conheça melhor nosso programa de logística reversa.



 


DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE LOGÍSTICA REVERSA E O COLETA CERTA.

1- POSSO DESCARTAR AS EMBALAGENS DE LUBRIFICANTES EM LIXO COMUM?
Não, o descarte de embalagens de lubrificantes em lixo comum causa impacto negativo ao meio ambiente.

2- PRECISO AGENDAR A RETIRADA DE EMBALAGENS PELO COLETA CERTA?
Não, recolhemos no momento da entrega de mercadorias em nossos clientes, desde que estejam separadas e prontas para a coleta, na caixa com o selo do Coleta Certa .

3- O PROGRAMA COLETA CERTA DA DIAGIL TEM ALGUM CUSTO, PRECISO PAGAR POR ESSE SERVIÇO?
Não, o coleta certa é totalmente gratuito e 100% custeado pela Diagil Lubrificantes.

4- POSSO DESCARTAR FILTROS E ESTOPA JUNTAMENTE COM AS EMBALAGENS DE LUBRIFICANTES?
Não, o Coleta Certa retira somente embalagens de lubrificantes.

5-TAMBOR DE 200 LITROS OU BALDE DE 20 LITROS DE METAL TAMBÉM SÃO RECOLHIDOS?
Não, coletamos somente embalagens plásticas de lubrificantes, embalagens de 1 litro, galão de 3, 5 e 20 litros.

6- QUEM É RESPONSÁVEL PELO DESTINO FINAL DAS EMBALAGENS RESGATADAS PELO COLETA CERTA?
O programa Jogue Limpo, que recolhe, armazena e recicla as embalagens de lubrificantes.